Notícias Pró-Família
Governo da Índia diz: A educação sexual “não tem
absolutamente lugar algum” em nossas escolas, pois promove a
promiscuidade
Hilary White
NOVA DELHI,
ÍNDIA, 12 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O governo da
Índia rejeitou os programas de educação sexual ao estilo
ocidental, dizendo que não fazem nada para resolver o problema
da gravidez entre adolescentes, mas só agrava o problema de
promover a promiscuidade sexual.
Um relatório do governo sobre o assunto foi divulgado em
resposta a uma petição lançada pelos cidadãos contra uma decisão
do Ministério Federal de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DRH)
para iniciar educação sexual nas escolas. O programa havia sido
elogiado como um meio de impedir a propagação da AIDS e outras
doenças sexualmente transmissíveis. Os materiais para
professores e facilitadores da Índia incluíam detalhes
explícitos sobre “métodos alternativos” de sexo, inclusive sexo
anal e oral, apresentados como meios de evitar a AIDS.
De acordo com o governo, o currículo preparado com material do
UNICEF, havia “chocado a consciência” do país e foi descrito
como “muito alarmante”. Se implementado, o relatório disse,
“promoveria promiscuidade da pior espécie”. O relatório foi
divulgado em março por uma comissão do senado do Parlamento
Indiano, e diz que a introdução da educação sexual nas escolas
da Índia deve pelo menos ser adiada até que a questão seja
totalmente debatida em público.
A posição do governo indiano contrasta fortemente com a posição
do Ocidente, que, em reação às crescentes taxas de gravidez e
doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes, vem
invariavelmente aumentando o acesso a anticoncepcionais e aborto
grátis e expondo crianças cada vez mais novas a uma educação
sexual mais explícita.
O testemunho de testemunhas e peticionários em que se baseou o
relatório foi uma crítica pungente dos efeitos que tais
programas estão tendo nos países que os adotaram. Os
peticionários disseram para a comissão que o proposto currículo
“seria um golpe na raiz da estrutura cultural de nossa sociedade
nutrida durante milênios”.
Se implementado, disseram os peticionários, o programa
“corromperia os jovens indianos e levaria ao colapso do sistema
educacional”. Em grande parte, disseram eles, tais programas não
são nada mais do que uma “educação para vender camisinhas” que
levará à criação de uma “sociedade imoral” e a um aumento de
famílias de mães solteiras.
O relatório acusou o Ministério DRH, em seus esforços de
suprimir a petição, de usar “jargão técnico e eufemismo” a fim
de minimizar os temores dos peticionários.
Tão explícito era o material em questão que no processo de sua
apresentação à comissão, pediu-se aos peticionários que não
fizessem uma apresentação de PowerPoint porque a comissão “não
estava se sentindo à vontade com ela e poderia ser vergonhoso,
principalmente para as senhoras membros e outras mulheres
presentes”.
Os peticionários haviam apontado para a crescente taxa de
gravidezes entre adolescentes de outros países, observando que
na França, as escolas são equipadas com enfermeiras para
distribuir “pílulas anticoncepcionais” para meninas na manhã
após um “sexo inseguro”. O relatório também notou a situação na
Grã Bretanha, onde as escolas estão “ligadas a centros de aborto
para eliminar as gravidezes das adolescentes.
Pratiba Naitthani, um co-peticionário e professor, disse para a
comissão que “nada é mais seguro do que a abstinência sexual até
o casamento”.
Para ler o
relatório completo em inglês,
clique aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte:
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061202.html